São 35 anos de sala de aula, de palestra e de curso de empreendedorismo, com um livro registrado e uma apostila completa. Nada disso vende sozinho no digital enquanto não existir audiência. Este documento é o caminho que conversamos: primeiro a audiência, depois a recorrência, e só então o tráfego pago.
São 35 anos de assunto dominado e nenhum dia de internet. Boa parte do trabalho pesado já está feita fora da tela.
Curso avulso é venda única, e o público anda desconfiado do formato. O que tem funcionado é pertencimento com renda recorrente. É exatamente o que opero hoje com a Flávia Rocha, e foi o caso que mostrei na chamada.
Foi o crescimento do perfil dela desde que começamos a trabalhar juntos. Vídeos gravados no celular, sem produção, publicados com constância.
É o preço da comunidade. Mensal, semestral ou anual. Antes disso, o ticket alto não saía do lugar, mesmo com esforço de venda.
Hoje entra assinante diariamente, e a comunidade já se alimenta sozinha: as próprias participantes conversam entre elas.
Nada aqui depende de investimento em anúncio no começo. Depende de gravar, publicar e ouvir o público.
Microfone de lapela no Renato, celular no tripé, gravação deitada, de uma ponta a outra. No fim da palestra, um QR Code na tela leva a um formulário curto: nome, telefone, email e uma pergunta só, do tipo qual foi o seu maior desafio para empreender, respondida em uma palavra. Pergunta longa ninguém preenche.
Um segundo QR Code leva ao perfil do Instagram. O convite é honesto: o perfil está começando agora, e quem seguir e mandar mensagem recebe o PDF da apresentação. Funciona melhor quando tem alguma coisa em troca.
A palestra gravada vira um vídeo longo no YouTube e cerca de 30 cortes curtos para Instagram, Shorts e TikTok. Stories quase todo dia, feitos dentro do próprio Instagram, sem perfeccionismo. Reels com um pouco mais de capricho, porque ficam no perfil para sempre. Nesta fase, quantidade vale mais que acabamento.
As respostas do formulário das palestras, somadas a enquetes nos stories, formam o mapa das dores reais. É esse mapa que define os assuntos dos vídeos e o recheio da comunidade. Sem ele, a gente está inventando o que o público precisa.
Comunidade montada, produto criado na Hotmart, página de vendas no ar, automações de email e WhatsApp ligadas. A primeira turma sai de quem já conhece o Renato. Depois disso, a conta passa a ser mensal e previsível.
Antes disso o Instagram ainda não entendeu que tipo de conteúdo é esse, e o anúncio traz gente sem relação com o assunto. Depois de três meses de publicação, o anúncio passa a acelerar algo que já funciona: leva gente ao perfil, e o conteúdo faz o resto até a pessoa entrar na comunidade.
Este é um trabalho de mão dupla. A parte que eu não consigo fazer por vocês é aparecer.
Não existe mensalidade, taxa de entrada nem cobrança por projeto. Eu entro como coprodutor e recebo um percentual das vendas, direto pela Hotmart. Se não vender, eu não ganho.
Na hora de cadastrar cada produto na Hotmart, vocês me adicionam como coprodutor e definem o percentual. A divisão passa a ser automática: toda vez que cai uma venda, a plataforma separa a minha parte e a de vocês na mesma hora. É o mesmo arranjo que tenho com a Flávia hoje.
É a taxa padrão de quem está começando. Ela cai conforme o faturamento do produto cresce, a partir da faixa dos R$40 mil. Quanto mais o produto vende, menor fica a fatia da plataforma.
Site, páginas, comunidade, automações e configuração da Hotmart entram sem cobrança. O que existe de custo nos primeiros meses são as ferramentas listadas a seguir, e quase todas são gratuitas.
Exemplo para entender a conta, com o preço de R$47 por mês que hoje funciona na comunidade da Flávia: em 100 assinantes, a receita do mês é de R$4.700. A Hotmart fica com a taxa dela, a minha coprodução sai do que resta, e o maior pedaço continua sendo de vocês, todo mês, sem precisar vender de novo para as mesmas pessoas.
Os percentuais de coprodução ficam registrados dentro da própria Hotmart, visíveis para os dois lados, e podem ser revistos a qualquer momento se o arranjo mudar.
São estes os links que prometi mandar. Vale abrir todos antes da próxima palestra.
O perfil que cresceu de 30 mil para 70 mil publicando vídeo gravado no celular, sem produção.
instagram.com/flavia7rochaOnde ficam reunidos a comunidade, a mentoria, o curso, o livro e o atendimento individual.
flaviarocha.comA página que apresenta e vende a assinatura. É o modelo que proponho para o projeto de vocês.
flaviarocha.com/programaA pessoa responde, descobre sozinha que tem um problema, e só no resultado recebe o convite.
flaviarocha.com/quizRecebe o vídeo longo da palestra e devolve os cortes curtos já enquadrados no rosto, legendados e ordenados por chance de viralizar. Uma hora de palestra rende cerca de 30 vídeos. O plano gratuito faz um vídeo, o suficiente para testar.
opus.proAplicativo de edição da própria Meta, dona do Instagram. Grava, edita, coloca música e legenda, e publica direto no perfil. Por ser da casa, o Instagram tende a favorecer quem publica por ele. Existe para iPhone e para Android.
iPhone: apps.apple.com/br/app/id6738967378 Android: play.google.com/store/apps/details?id=com.instagram.baselBom para arte de feed e para material de apoio. Para stories, o próprio Instagram é mais rápido e rende mais. Story vive 24 horas, não compensa investir uma tarde nele.
canva.comO sistema que mostrei na tela, onde uma publicação sobe de uma vez para Instagram, Facebook, YouTube, TikTok e LinkedIn, com o mês inteiro programado e o melhor horário sugerido. A conta e a operação ficam comigo.
Onde o formulário da palestra é criado. Poucas perguntas, resposta curta, e o link publicado vira o destino do QR Code. Eu monto o primeiro com vocês.
docs.google.com/formsCola o link do formulário, clica em criar, baixa o PNG. É essa imagem que vai no último slide da palestra.
qrcode-monkey.comOnde vivem os produtos, o checkout, a assinatura da comunidade e a divisão automática entre coprodutores. A configuração é comigo.
hotmart.comÉ onde o vídeo longo ganha vida fora da rede social. Quem procura sobre empreendedorismo no Google costuma cair em vídeo do YouTube, e esse tráfego não depende de algoritmo de rede social.
youtube.comDetalhes pequenos que decidem se o vídeo serve ou não serve depois.
Vídeo longo se grava deitado. Vai para o YouTube inteiro, e o Opus Clip recorta dele os vídeos em pé para Instagram e Shorts.
Qualquer coisa gravada para Instagram se grava em pé, do jeito que a pessoa segura o celular.
O que decide a qualidade do vídeo é entender o que a pessoa fala. Sem lapela, o som atrapalha mais que a imagem.
iPhone 13 para cima grava de sobra. Câmera profissional não é gargalo nenhum neste começo.
Perfeição é o que mais atrasa publicação. Publicar do jeito possível e melhorar com a prática rende mais que esperar o vídeo ideal.
Foto ou vídeo, texto em cima, um emoji, publicado. Dura 24 horas e não merece uma hora de edição.
O que destrava o começo é a palestra da semana que vem.
De vocês: confirmar a data da palestra, decidir se a Bruna entra agora na gravação e na edição, e me dizer qual é o perfil novo do Instagram.
Comigo: monto o formulário de pesquisa e o QR Code, deixo o perfil organizado para receber gente, e preparo o primeiro calendário de publicações a partir do que for gravado.
Na palestra: gravar do começo ao fim com o microfone, e fechar com os dois QR Codes na tela, o da pesquisa e o do perfil.
A primeira palestra gravada já é material suficiente para o mês inteiro de publicação. Daí em diante é constância, e a comunidade entra quando a audiência sustentar.
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